segunda-feira, 6 de abril de 2009

Galeria de Arte Cinemática


Animar 4 - 14 Fev a 19 Abril


A Solar Galeria de Arte Cinemática apresenta de 14 de Fevereiro a 19 de Abril de 2009 a quarta edição da Animar, um projecto dedicado ao cinema de animação concebido para o público mais jovem, com um programa direccionado para escolas e actividades abertas ao público em geral:
EXPOSIÇÃO na Solar - Galeria de Arte Cinemática onde será apresentado, a par de um conjunto de curtas-metragens, os elementos e ferramentas utilizados no seu processo de criação, de forma a ilustrar a diversidade de técnicas utilizadas em animação e de resultados que estas possibilitam;
- Visitas Guiadas à exposição, adequadas a diferentes faixas etárias;
- Sessões de cinema no Auditório Municipal de Vila do Conde;
- Ateliers de iniciação às técnicas de animação.
Programa completo em www.curtas.pt/solar

Comemorações em Vila do Conde

Para a comemoração do 25 de Abril, Vila do Conde realizará várias actividades para quem quiser participar, que serão:


00h00/Parque de Jogos
> MARATONA DE FUTEBOL DE SALÃO

00h20/Largo dos Artistas
> GRÂNDOLA, VILA MORENA

10h00/Ruas da Cidade
> PROVAS DE ATLETISMO

10h30/Praça Vasco da Gama
> HASTEAR DA BANDEIRA com Guarda de Honra pelo Corpo Activo dos Bombeiros Voluntários de Vila do Conde

> HINO NACIONAL

> CANTIGAS DE ABRIL coro de alunos das escolas do concelho

> CONCERTO Banda Musical de Vila do Conde

21h30/Auditório Municipal
> “CANTAR ABRIL” José Fanha - Poesia “Já Cá Cantam”- Espectáculo musical

sexta-feira, 20 de março de 2009

Execução do Relatório

Hoje vamos realizar o relatório sobre o trabalho efectuado pelo grupo, ao longo do segundo periodo!

terça-feira, 17 de março de 2009

Museu de Arte Sacra

Foto: Vitral da Igreja Matriz
Foto de: http://www.paroquiadeviladoconde.pt/patrimonio/igrejamatriz.htm

Aberto em 1985 na Igreja Matriz de Vila do Conde, este museu mantém-se como um importante centro cultural, registando inumeras visitas ao longo do ano. Neste museu poderemos encontrar alguns exemplares de arte sacra de Vila do Conde, com destaque na Cruz Processional da Capela de Formariz, contém também Cruzes, patenas, cálices, lanternas entre outros, mas também livros manuscritos pertencentes ao qrquivo histórico da Confraria.


domingo, 15 de março de 2009

Museu da Alfândega Régia

Museu da Alfândega Régia
Fotografia de: Hélder José Pontes Almeida Barreto



Neste Museu está retratada a história da Alfândega; criada no reinado de D. João II com vista a colmatar as necessidades que se verificavam devido ao apogeu do comercio marítimo e consequente intensidade do tráfego comercial; e a história da Construção Naval em madeira de Vila do Conde, bem como a dos Homens que aí trabalham. Localizado na antiga Alfândega Régia, este Museu, perpetuando a memória de uma actividade indissociável do nome de Vila do Conde, presta também a homenagem aos calafates e carpinteiros que ao longo dos séculos mantiveram viva esta tradição.


Da sua colecção fazem parte ferramentas de construção naval em madeira, desenhos e projectos das embarcações, fotografias, miniaturas de embarcações e vários documentos.


Para além do edifício do museu, faz ainda parte deste complexo uma réplica de uma Nau ancorada em frente da Casa da Alfândega, oficinas e ateliers de construção naval e miniaturas de embarcações semelhantes às construídas em Vila do Conde.


O complexo interage ainda com o Centro de Documentação dos Portos Marítimos Quinhentistas.

sábado, 14 de março de 2009

Dentro da nau


Fotos de Ana Filipa

terça-feira, 10 de março de 2009

Nau Quinhentista

A nau portuguesa do século XVI era um navio redondo, de alto bordo, com uma relação de 3:1 entre o comprimento e a largura máxima, três ou quatro cobertas, castelos de popa e de proa, com três e dois pavimentos, respectivamente, cuja arquitectura se integra perfeitamente no casco; arvorava três mastros, o grande e o traquete com pano redondo, e o da mezena com pano latino. A nau, assim concebida, satisfazia uma maior necessidade de capacidade de carga do que a conhecida até então nas navegações portuguesas. As viagens para a Índia eram tão longas, que forçavam os navios ao transporte de grande quantidade de alimentos sólidos e líquidos para o sustento da tripulação, tanto mais que a rota impunha longos períodos de navegação sem se ver a costa ou quaisquer pontos de apoio. Acrescia o factor comercial: o comércio das especiarias implicava o transporte de uma carga valiosa, mas volumosa, que requeria espaços adequados para o seu acondicionamento. A tudo respondia a nau, com o seu casco bojudo, e ampla capacidade de acomodação.